06 março 2008

Amar é...

Pode ter sido algo que eu li ou que ouvi dizer.

Estava em algum lugar por onde passei.

Será que foi algum filme que eu assisti ou uma música que ouvi?

Mais provável que tenha sido a soma de todas as coisas.

Durante muito tempo tentei dar uma força pro cupido, mirando meu desejo de ter alguém como se fosse um sniper. Foi assim que aprendi que o Amor não é uma bala, não é uma flecha e nem um míssil.

Depois quiseram me vender a idéia de que o Amor é um Bumerangue. Idéia simpática, mas na pratica a coisa não é bem assim.

Então a natureza ágil e trouxe o momento da “trocar de pele”. Onde muito do que era necessário vira supérfluo. Você é o mesmo, mas está novo. Nada muda de lugar. As cores continuam as mesmas. Os perfumes, os sabores, as ruas, as pessoas. Tudo em seu lugar. O que muda é o seu jeito de avaliar.

E não é um sentimento de urgência, como costumam dizer, que te força a ser mais prático ou seletivo.

O Amor tem você como um Ponto Zero. E você decide quando irradiar essa energia inesgotável, que se economiza por ignorância.

Você não precisa de um alvo. Você é o seu alvo.

Um comentário:

Fernando Cury "o Pandão" disse...

eita rapaz!!! muito bom, heim!?

Meus parabéns tanto pela idéia, quanto pelo texto!

[]s